Bem, aproveitando a pedalada do “BasofeBlog”, porque não falar de basofes? Mas aprofundando o tema, a evolução da espécie basofiana nos Açores.Tudo começou no terrífico dia em que estreou a série “Morangos com Açúcar”, que na altura se adivinhava como o próximo fenónemo nacional, e à laia de oráculo, lá se concretizou a profecia, e a febre propagou-se, para alguns como uma doença obsessiva e para outros como uma virose (daquelas de vómitos e tudo). Até aqui, tudo se suportava, até que se viu a primeira pista de piolhos completamente made in Azores (Ah! Pois, n é só o queijo e os golos do Pauleta). Daí propagou-se que nem gripe das aves... A situação tornou-se cada vez mais preocupante, passou do cabelo à roupa, à forma de falar e por fim, o ultrage, a gota que fez transbordar o copo: os DZR'T no 1º lugar do Top de Vendas!Recentemente tive conhecimento de que esta série procriadora de cada vez mais basofes, irá prolongar-se por 7 anos. SETE ANOS!!! Fico seriamente preocupada, se agora que após quatro anos houve uma evolução catastófrica desta espécie, em sete, o que poderá acontecer? Irão influenciar as nossas crianças, cativar os nossos idosos e destruir aquilo que conhecemos como mundo e torná-lo numa gigante pista de piolhos!! Medidas têm de ser tomadas! Limitar a utilização de cor-de-rosa por metro quadrado, cobrar taxas por cada trilho de pista de piolhos, multar o excessivo uso de bolsas de cintura (e penalizar gravemente as que as usam ao pescoço), controle das posições dos “cap's” e severas punições ao uso de palavras do foro basofiano.Vamos todos unir-nos por esta causa, e permitir aos nosso filhos viver num mundo livre de basofes!Bem Hajam,
